logo.jpg

Telhado verde

 

Você já deve ter ouvido falar ou até mesmo teve oportunidade de ver de perto um telhado verde. É certo que se trata, hoje, de um detalhe arquitetônico mais falado dentre o universo da engenharia e arquitetura, tanto pelo caráter sustentável, quanto pela beleza.

 

As empresas estão apostando muito nessa prática. Vemos notícias de shoppings, prédios comerciais e empresariais enormes e até residências adotando a estratégia. Isso porque, além de ‘ganhar pontos’ com certificações de sustentabilidade, o telhado verde contribui enormemente para conter os alagamentos da chuva e favorece muito a diminuição do calor. Além disso, produz oxigênio – digamos que este é o detalhe mais importante (risos).

 

Fora as vantagens relacionadas à natureza e bem-estar da população, o telhado verde ainda pode trazer benefícios ao proprietário do imóvel, uma vez que, mesmo exigindo um investimento alto para sua implantação, sua duração é o dobro de um telhado comum (convencional), pelo fato de proteger a laje através do suporte de temperatura.

 

O proprietário pode, ainda, optar por dois tipos de telhado verde. A primeira, e mais difícil – digamos assim – é o intensivo. Nele, a quantidade de plantas pode ser infinitamente maior, pois sua espessura mínima é de 20cm, entretanto, há de se verificar o peso total do telhado, afim de ser compatível com a estrutura da laje; A segunda opção, e mais simples (além de mais em conta financeiramente) é o extensivo, com 8cm de espessura. Contudo, não suporta tanto a captação de água pluvial.

 

Os telhados verdes são encantadores. Na próxima semana, falaremos sobre outras vantagens e plantas que podem ser cultivadas nessa estrutura.